Governo do Estado do Rio Grande do Sul
Secretaria de

Sistemas Penal e Socioeducativo

Início do conteúdo

Com 415 operações em 2025, revistas gerais garantem ordem no sistema prisional do Rio Grande do Sul

Estratégia é um dos preceitos do Programa RS Seguro contra a atuação de grupos criminosos

Publicação:

Descrição Geral: Três agentes da Polícia Penal em vestimenta tática de elite estão posicionados em um corredor de uma unidade prisional durante uma operação de revista. Detalhes da Imagem: Os Agentes: Em primeiro plano, três agentes aparecem de costas ou de perfil para a câmera. Eles vestem fardamento de camuflagem digital em tons de cinza e azul, coletes táticos pretos com a inscrição "POLÍCIA PENAL GAES" e capacetes pretos com a palavra "POLÍCIA". Eles também utilizam balaclavas que cobrem o rosto, deixando apenas os olhos visíveis. O agente à esquerda segura um dispositivo tático (provavelmente um taser). O Ambiente: O cenário é um corredor estreito de uma prisão. As paredes são de blocos de concreto, pintadas de branco na parte superior e amarelo na inferior. À direita e ao fundo, há grades de ferro maciço que delimitam as celas e as passagens de segurança. A Cena: No fundo do corredor, além das grades, é possível ver vultos de outras pessoas e objetos no chão, sugerindo a movimentação típica de uma inspeção geral. A iluminação é fria e direta, vinda de lâmpadas no teto, criando um ambiente austero e de vigilância.
Intensificação de operações consolida política de segurança no sistema prisional do Estado - Foto: Rafa Marin/Polícia Penal

Em 2025, todas as unidades prisionais do Rio Grande do Sul passaram por, pelo menos, uma revista geral. Na maior parte delas, o procedimento foi realizado mais de uma vez, totalizando 415 operações. A frequência segue o que já havia sido feito no ano anterior, quando aconteceram 419, mas é superior aos números de 2023 e 2022, com 297 e 186 operações, respectivamente.

Desde 2022, a frequência das revistas gerais pela Polícia Penal nas celas dos presídios, penitenciárias, cadeias e institutos penais tem aumentado progressivamente. A estratégia, com o propósito de manter a ordem e a disciplina, além de evitar a entrada, circulação e permanência de materiais ilícitos nas casas prisionais, é um dos preceitos do Programa RS Seguro contra a atuação de organizações criminosas.

As ações têm como objetivo a retirada de todo tipo de produto incompatível com a situação carcerária e são executadas pelo Grupo de Ações Especiais (Gaes) e pelos Grupos de Intervenção Rápida (GIR) das dez regiões penitenciárias que compõem os grupos táticos da Polícia Penal. As equipes recebem apoio dos efetivos das próprias unidades prisionais e das delegacias penitenciárias regionais.

Descrição Geral: Um grupo de policiais de uma unidade tática está perfilado em uma linha disciplinada, sugerindo um momento de prontidão ou treinamento operacional. Detalhes da Imagem: Os Agentes: Sete agentes aparecem em fila, vistos de perfil. Eles vestem fardamento tático inteiramente preto, incluindo balaclavas que cobrem o rosto e capacetes balísticos pretos. O primeiro plano foca nos agentes centrais, enquanto o mais próximo da câmera está levemente desfocado, criando um efeito de profundidade. Equipamento: Cada policial segura uma arma longa (espingarda) na vertical, junto ao corpo. As armas possuem bandoleiras e suportes de munição nas coronhas, onde são visíveis vários cartuchos de cor amarela. Identificação: Nas mangas dos uniformes, há um brasão circular com a sigla "GIR" (Grupo de Intervenção Rápida), identificando a unidade especializada da Polícia Penal. O Ambiente: O grupo está posicionado diante de um paredão de concreto alto e liso, de cor bege claro, com algumas marcas de desgaste natural. O cenário é neutro e austero, destacando a presença e o alinhamento da tropa.
Operações táticas do GAES e dos GIRs ampliam combate a ilícitos dentro das unidades prisionais - Foto: Rafa Marin/Polícia Penal

“Se existe um crime organizado, aqui temos um Estado preparado. A estratégia de garantia de ordem e disciplina dentro dos presídios está totalmente alinhada com o Programa RS Seguro e tem contribuído de forma significativa para a evolução positiva dos índices de segurança pública do Estado”, enfatiza o secretário de Sistemas Penal e Socioeducativo, Jorge Pozzobom.

Além das revistas gerais, caracterizadas por vistoriar as estruturas inteiras dos estabelecimentos prisionais e movimentar a totalidade dos detentos que lá se encontram, a Polícia Penal efetua também intervenções pontuais em celas onde há suspeitas de atividades ilícitas. Normalmente definidos com base em informações de inteligência esses procedimentos ocorreram 855 vezes em 2025.

“O aumento das operações demonstra, na prática, o comprometimento e a eficácia da atuação dos servidores da Polícia Penal no enfrentamento ao crime, uma vez que nossos profissionais estão sempre prontos para intervir e atuar, a qualquer hora do dia ou da noite, mantendo a ordem e a disciplina”, comenta o diretor do Departamento de Segurança e Execução Penal, Anderson Prochnow.

Texto: Paulo André Dutra/Ascom Polícia Penal
Edição: Secom

Secretaria de Sistemas Penal e Socioeducativo