Canil da 9ª Região reforça segurança com inspeções na Penitenciária de Charqueadas
Revistas integram rotina semanal de segurança e contam com cães treinados para detecção de ilícitos
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O canil da 9ª Delegacia Penitenciária Regional (DPR) realizou, na terça-feira (3/6), a inspeção de materiais que ingressaram na Penitenciária Modulada Estadual de Charqueadas (PMEC). A ação integra um cronograma semanal de verificações nas casas prisionais da região e contou com a atuação dos cães K9 Cassius e K9 Chico.
Durante a atividade, os cães inspecionaram materiais do refeitório, realizaram a revista de veículos de fornecedores e prestadores de serviço que acessam a unidade, além de efetuarem a verificação das celas destinadas aos trabalhadores e dos espaços internos do estabelecimento. As intervenções fazem parte da rotina das casas prisionais. Os cães são treinados para a detecção de drogas, armas, aparelhos celulares e outros materiais ilícitos, atuando de forma integrada ao trabalho dos servidores e contribuindo para a manutenção da ordem e da disciplina no ambiente prisional.
As vistorias realizadas, afirma o delegado da 9ª DPR, Ângelo Carneiro, demonstram a importância do trabalho preventivo e integrado na segurança prisional. “A atuação do canil é fundamental para a detecção de ilícitos, a inibição de práticas criminosas e o fortalecimento da disciplina interna. Essas ações reforçam o compromisso com a gestão responsável e a qualificação contínua dos procedimentos operacionais. Para o ano de 2026, a meta é intensificar essa atuação, ampliando a frequência das inspeções de forma planejada e estratégica”, concluiu.
Atualmente, o canil da 9ª DPR trabalha com quatro cães, entre eles os premiados K9 Cassius e K9 Mohoc, que possuem certificação em detecção de narcóticos pela Associação Sul-Americana de Cães de Trabalho (ASACT), além do cão K9 Logan, que conquistou a titulação internacional de IGP-1 (Internationale Gebrauchshunde Prüfung), prova que avalia as habilidades de trabalho de um cão em três quesitos: faro, obediência e proteção.
Texto: Lucille Soares/ Ascom Polícia Penal